A escrita à mão no papel mobiliza processos de atenção, memória, reflexão e imaginação de forma única e insubstituível.
Registrar ideias na folha em branco estabelece um ritmo próprio de elaboração do pensamento, que favorece conexões, experimentações e descobertas. Dificilmente, estes processos acontecem da mesma maneira com outros suportes.
Compreendemos a relação entre o analógico e o digital como integração, e não como oposição ou substituição.
Cada folha de papel, cada capa de couro, tem origem na vida de plantas e animais.
Essa consciência inspira nosso compromisso com a criação de artefatos que valorizem os recursos empregados, prolonguem sua vida útil e estimulem relações mais responsáveis com os objetos que portamos.